VOLKSWAGEN W12 SYNCRO CONCEPT

1997 - VOLKSWAGEN W12 SYNCRO CONCEPT

VOLKSWAGEN W12 SYNCRO CONCEPT imagens e fotos de carros

A Volkswagen, em sua história, se atreveu a fazer coisas simplesmente incríveis. Entre os protótipos do final do século passado, estava o Volkswagen W12 Nardo, um superesportivo da marca alemã que acabou não chegando à produção. E tudo, em parte, por causa de um conhecido superesportivo.

No final do século XX a marca estava disposta a lançar um superesportivo. No Salão de Tokyo de 1997 foi a primeira grande apresentação do protótipo que adiantava as formas do ambicioso projeto. A marca havia batizado este concept como Volkswagen W12 Syncro, um modelo que mostrava uma carroceria muito aerodinâmica assinada por Giorgetto Giugiaro. Ferdinand Piëch queria demonstrar que a Volkswagen podia lançar um hiperesportivo, e seguia por um bom caminho.

O Volkswagen W12 contava com um motor de 12 cilindros em W de 5.6 litros que desenvolvia 414 cv de potência. Tinha tração nas quatro rodas, um sistema que se encarregava de levar a força do motor montado em posição central-traseira a todas as rodas. Era o primeiro passo de Ferdinand Piëch em seu ambicioso projeto de apresentar ao mercado um superesportivo com o emblema da Volkswagen.

Depois do primeiro protótipo, a marca não deixou de apresentar novos concepts baseados no Volkswagen W12 Syncro inicial. Em 1998 aparece o Roadster e em 2001 chegava ao Salão de Tokyo o Volkswagen W12 Nardo. Debaixo de sua carroceria laranja brilhante o modelo escondia um motor de 12 cilindros com 6.0 litros e mais de 600 cv de potência. Acelerava de 0 a 100 km/h em 3,5 segundos e alcançava uma velocidade máxima de 350 km/h. Graças a sua potência e um peso de somente 1.200 quilos, se proclamava como um dos concept cars mais rápidos do mundo.

Em 2002 tudo estava pronto. A marca planejava começar a produção do Volkswagen W12 Nardo para fabricar um total de 150 unidades em dois anos. Mas não foi assim que aconteceu, pois o CEO da empresa não deu a luz verde. A compra das marcas Bugatti e Lamborghini fez com que a ideia de levar adiante a fabricação em série de um superesportivo assinado pela Volkswagen ficasse totalmente sem sentido. Pouco depois chegaria ao mercado o Bugatti Veyron.